domingo, 10 de julho de 2011


Aguardem um pouquinho mais. Prometo voltar..

Pura falta de tempo.

Bjs.

sábado, 5 de março de 2011

Faltando um tempinho ....

Olá meu Blog, assim que tiver um tempinho volto aqui com outros poemas e possíveis inovações.

Bjs...

domingo, 28 de novembro de 2010

MEDO DE NÃO SER



Amor é algo que não se explica.


Ele vem, fica e não se justifica.



 

Tenho medo de não ser. Não ser os sonhos que ainda acalento

Não ser um amor profundo e intenso que ainda não tive...

Tenho medo de me guardar para não me expor,

Guardar sentimentos, palavras, guardar oportunidades...

Tenho medo de não alçar vôo pelo medo das alturas

Medo de não me atirar no oceano das emoções, pensando no naufrágio...

Tenho medo de não ser verdadeira, não sentir meus sentimentos

mais profundos, pelo medo dos riscos...

Tenho tanto medo, mas de não ser...

Porque a vida é tão bela e passageira e as coisas que mais queremos

passam tão sutilmente por nós, e por medo de tocá-las deixamos que elas passem...

Tenho medo de ser um coração vazio e angustiado, por que tive medo de amar...

Tenho medo da solidão da alma, porque tive medo de pedir à pessoa mais querida

Que não me deixasse só...

Tenho medo de ser, de repente, um ser que viveu corretamente, mas não viveu

a sua emoção mais profunda, mais preciosa... A emoção do amor...

É por esse medo de não ser o que eu quero ser, que eu falo, falo, e não deixo o

Medo me impedir. Não quero um dia olhar para trás e dizer: tive medo!

Por isso, não posso ter medo e tenho que dizer agora, sem restrições,

Sem olhar para lado nenhum; apenas para o alto, para o infinito e gritar...


Eu amo você!




Solimel








terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

FUROR NOTURNO



O trem surge na noite escura.


Vem pelos trilhos umedecidos,


firmes, quase labirinto.


Vem violento, trepidante,


surgindo como um ímpeto.


Rasga a noite densa, madrugada


surda, calada.


Estremeço.


Vem entre vulcões, lavas incandescentes,


matas, ruídos, balouçando ao vento .


Aproxima-se louco, sinto medo,


quase encanto desse furor noturno.


Vem chegando e eu em seus trilhos


Intrépidos,


tépida , louca, quase desmaiando,


sinto chegar seu furor noturno.


Rasga a noite escura,


farol imenso, luz incessante.


Quase por um instante fico muda,


toda estremecida.


E ele vai ao longe, passa,


Passa...


Olho para o céu infinito, puro,


Vejo milhões de estrelas.


Solimel



sábado, 9 de janeiro de 2010

Veludo Azul


Seu toque é Veludo

azul profundo

tocando meu ser desnudo.

Me vela, desvela, revela...

Resvala em meu ser

Esse profundo azul

de Veludo-Prazer.
Solimel

EMBRIAGUEZ



Me embriago de ti
como se fosses o vinho
concedido pelo Deus Dionísio.
Me embriago de teus olhos
como cristais tintos de uvas.
Me embriago de teu corpo
que cheira a incenso e terra.
Me embriago de tua pele,
teus músculos,
teus minúsculos pelos macios.
Me embriago de tuas pernas,
púbis, profundas sensações de arrepios.
Me embriago de teu peito, teu abdômen,
me embriago de ti, Meu homem.
Me embriago de tua boca, teu beijo,
feito louca por ti que me embriagas,
me embebedas e me sorves
como o mais puro vinho
que desliza pela tua
boca linda.

Solimel

ANO DE 2010 - Inspirem-se


Ano 2010. É um número incrível. As vezes, nem acredito que já chegamos aqui, parece um filme futurista. Mas chegamos em 2010 e as coisas continuam acontecendo como sempre aconteceram. Com mais intensidade, talvez, mas evidenciando um século conflituoso que conclama uma maior espiritualização do ser humano.
Não é fácil conviver com tantas tragédias, tantos solavancos no coração e na alma.
Eu, particularmente, fiz todo um ritual de orações, desejando começar esse ano, não com o pé direito, pois me parece uma simples crendice. Desejei começar muito consciente dessa vida louca, das buscas cada vez mais necessárias para encontrar a paz na alma.
Estou eu aqui, em pleno sábado, com o espírito aflito, uma sensação inquietante, desejando ir dormir logo para apagar esse fogo da alma. Mas sei que a noite será longa, meu lado insone, notívago não me permite isso.
Acredito que todos os artistas e poetas (perdoem, mas me sinto um pouco assim: artista, poetisa) são aflitos, insones, com aquela vaga sensação desconcertante na alma...
Gosto muito de escrever, amo compor um texto, cheio de lembranças. Outros, cheio de humor, um jogo de palavras, a linguagem de "frestas". Porém, é necessário inspiração, aquela que vem num repente, como enchentes...

Desejo que esse Ano de 2010 seja muito inspirador para todos!
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